Você já ouviu falar de Cistite?

Cistite

É possível prevenir a infecção urinária cuidando da sua alimentação.

Você já deve ter ouvido falar de alguém com infecção urinária, não é mesmo? Pois é, a Cistite, que atinge especialmente as mulheres, é uma inflamação da bexiga em que a infecção bacteriana se instala. Ela leva a urinar com maior frequência, de forma dolorosa e com ardência, além de dor na parte inferior do abdômen.

Mas você sabia que fatores alimentares como um consumo elevado de carboidratos refinados, açúcares e proteína de origem animal, assim como a desidratação, podem ser a causa? Em torno de 80% das infecções é causada pela bactéria Escherichia coli, que vive no intestino e migra para bexiga se estiver se reproduzindo rapidamente. Por isso, a alimentação adequada promove a prevenção e controle das crises. Conheça os alimentos que ajudam ou pioram a situação de “aperto”:

Alimentos não recomendados:

  • Açúcar de todos os tipos: branco, mascavo, demerara, orgânico, açúcar light ou magro.

  • Doces e preparações contendo açúcar: bolachas recheadas, geleias, bolos, tortas, leite condensado, refrigerantes, chocolates, achocolatados, balas, sorvete, mel, sucos em pó ou de caixa e concentrados em açúcar,melado e sobremesas em geral.

  • Leite e Derivados.

  • Alimentos contendo farinhas brancas: pão branco e de leite, sovado, pão de queijo, todos os tipos de bolachas, macarrão, farofas e farinhas temperadas, miojo.

  • Alimentos fontes de cafeína: Café, chá preto, chá verde, chá mate, guaraná, refrigerantes de cola, chimarrão, cacau e chocolate.

  • Carne vermelha em excesso.

  • Frutas cítricas: laranja, limão, poncã, mexerica.

  • Bebidas alcoólicas.

Alimentos recomendados:

  • Água: No mínimo, 2 litros ao dia.

  • Fibras: elas alimentam as boas bactérias no intestino. Arroz e pão integral (cateto), aveia, linhaça e chia também auxiliam.

  • Frutas com casca e bagaços: 2 a 3 porções ao dia.

  • Vegetais verde escuros (ricos em clorofila):no mínimo, 1 xícara ao dia.

  • Adoçantes naturais: a base de estévia (100% puro) ou sucralose.

E lembre-se: consultar seu médico e nutricionista regularmente é essencial!

 Ficou alguma dúvida? Deixe seu comentário abaixo.

Nutricionista responsável Fabiane Almeida | CRN 8 6363

Fonte de apoio:

1. PASCHOAL, V.; NAVES, A.; FONSECA, A.B.B.L. Nutrição Clínica Funcional: dos princípios à prática clínica. 1 ed. São Paulo: VP editora, 2008.

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