Dica da Nutri – Julho/17

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Ômega 3 é muito mais que um suplemento para colesterol!

Chegou a hora de revelar que o Ômega 3 não é apenas um suplemento para controle do colesterol, e sim uma gordura do bem” que garante a prevenção e diminuição de processos inflamatórios, em doses específicas, para cada tipo de doença. Veja abaixo algumas das indicações do Ômega 3 que separamos para você:

Doença de Crohn

doença de Crohn é uma doença inflamatória que pode se manifestar em qualquer parte do tubo digestivo, sendo mais comum no final do intestino delgado e no intestino grosso (cólon). E o uso de ômega 3 reduz a inflamação constante que a doença promove, diminuindo episódios de diarreia e distensão abdominal.

Psoríase

A psoríase é uma doença de pele relativamente comum, crônica e não contagiosa. Sua causa é desconhecida, mas sabe-se que pode estar relacionada ao sistema imunológico, portanto devemos uma atenção ao intestino, pois ele participa ativamente da modulação deste sistema. O uso de ômega 3 neste caso, reduz a inflamação promovida pela doença, evitando assim a recidivas de novas lesões.

Quimioprotetor

Uma dose adequada de EPA e DHA, os ácidos que constituem o ômega 3, exerce impacto positivo no tratamento de Câncer, podendo retardar o crescimento do tumor e amenizar os efeitos dos tratamentos convencionais.

Além da suplementação, podemos usar alimentos fontes, para complementar a dose diária, como a semente de chia, salmão ou atum. Mas lembre-se, nem todos devem consumir ou associar o uso do ômega 3 com medicamentos, portanto consulte um médico e nutricionista antes de iniciar o uso.

E para os interessados na Estética, o Ômega 3 também é super bem-vindo, pois auxilia na redução de celulite e acne.

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Fabiane Almeida | Nutricionista CRN 8 6363

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

1. Sociedade Brasileira de Coloproctologia.

2. Sociedade Brasileira de Dermatologia.

3. PASCHOAL, V.; NAVES, A; FONSECA, A.B.B.L. Nutrição Clínica Funcional: dos princípios à prática clínica. São Paulo: VP Editora, 2007.

4. Rev Dor. São Paulo, 2011 out-dez;12(4):337-41.

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